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La Vie en Chérie

Para os apaixonados por moda, cinema, livros e por uma vida doce e divertida

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Coisas estúpidas mas que vale a pena ver #21

Não podemos negar que Fifty Shades of Grey foi um dos filmes que marcou 2015, talvez não pelo seu valor cinematográfico mas por toda a mística em que se encontrava envolto. Arrastou verdadeiras legiões de fãs e curiosos ao cinema, um pouco por todo o mundo. Mas e se Jamie Dornan fosse substituído por, nada mais nada menos, Mr.Bean (Rowan Atkinson)? Teria o mesmo resultado? Uma coisa vos garanto, mais cómico era de certeza, ora vejam: 

 

 

Chérie, hoje apetecia-me ir... a um Irish Pub!

É verdade que ultimamente temos andado um pouco ausentes aqui do blog, mas é por boas causas, uma de nós encontra-se em fase de exames e a outra em fase de adaptação ao novo emprego. Assim, para vos compensar, trazemo-vos uma sugestão muito descontraída, ideal para uma sexta-feira ou um sábado à noite. 

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A morada é Rua dos Remolares nº8, no Cais do Sodré em Lisboa, portanto, bastante acessível em termos de transportes (metro, autocarro, comboio, etc.). A temática deriva da cultura Irlandesa: madeiras escuras, estofos verdes e música ambiente (às sextas-feiras). 

O bar de que vos falo chama-se O'Gillins e habita na noite Lisboeta desde 1995, sendo o mais antigo dos Irish Pubs da capital. Está aberto das 11h às 02h e serve petiscos, brunch e a típica cerveja Guiness

Portanto, é só juntar os amigos, combinar as horas e dirigir-se ao local para uma noite bem passada! 

 

Já conhecem? O que acharam? 

 

P.S - Domingos transforma-se num bar de quiz

Neste Dia... 17 de Janeiro

Hoje é o aniversário de Jim Carrey, natural do Canadá, mas também com nacionalidade americana, e que completa 54 anos!

Actor de comédia por excelência, tem um estilo inconfundível, que muitos adoram e outros detestam. A verdade é que, gostando-se ou não do seu trabalho, Jim Carrey deu vida a dezenas de personagens inesquecíveis, que ficarão para sempre indissociáveis deste actor. Além do seu legado na comédia, também actuou em filmes dramáticos e de terror, sendo que já foi nomeado a seis Globos de Ouro, e venceu dois, pelos seus desempenhos em The Truman Show (1998) e Man on the Moon (1999)

Qual é o filme/personagem que associam imediatamente a Carrey?

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P.S. Sabiam que Jim Carrey partilha o seu dia de aniversário com Zooey Deschanel, com quem contracenou em Yes Man (2008)? 

Chérie, hoje apetecia-me ver... Hotel Transylvania 2

Hoje trazemo-vos a sequela de um filme de animação muito querido aqui no blogHotel Transylvania. O segundo volume estreou três anos após o original, em 2015, pela mão da Sony pictures Animation, escrito por Robert Smigel e dirigido por Genndy Tartakovsky.

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Hotel Transylvania 2 avança na linha temporal, encontramos Mavis (Selena Gomez) casada com Johnny (Andy Samberg). O casal tem agora um pequeno rebento, Dennis, que ainda não demonstrou a sua natureza vampiresca. Drac (Adam Sandler) tenta a todos os custos provar que o seu neto é, de facto, um vampiro. Segundo a lenda, apenas será vampiro se se transformar ate ao seu quinto aniversário, que se realizará em breve. Desde modo, aproveitando a ausência de Mavis, que visita a família de Jonnhy, na América, o avô Drácula organiza uma pequena expedição para por à prova o pequeno Dennis. Drac, juntamente com os seus amigos, Murray, Frank e Wayne, tenta mostrar ao seu neto quais as skills que um verdadeiro vampiro deve adquirir. No entanto, nem tudo corre como planeado e Mavis acaba por descobrir o plano do seu pai.

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Nesta sequela falta a graça natural que o primeiro filme apresentava. Também os momentos musicais, que tanto nos fizeram rir no primeiro filme, são aqui escassos, deixando muito a desejar. A história, apesar de bem concebida, é desenvolvida com alguma rapidez, parecendo acontecer num ápice. Tinha grandes esperanças nesta sequela, visto que adorei o primeiro, no entanto, toda essa esperança foi por água abaixo. Mavis, Johnny, Dennis e o Conde Drácula não tiveram o desenvolvimento merecido, ficando aquém das expectativas.

 

Classificação: 6/10

Neste Dia... 13 de Janeiro

O actor britânico que hoje celebra 39 anos já participou não numa, não em duas, mas em três trilogias de imenso sucesso! Assim, damos os parabéns a Orlando Bloom, nascido a 13 de Janeiro de 1977.

Mal se tinha estreado no mundo do cinema, quando recebeu a oportunidade de uma vida ao ser escolhido para integrar o elenco da trilogia The Lord of the Rings, dando vida ao elfo Legolas, naquele que foi (apenas) o seu segundo papel no cinema. Desde então a sua carreira ficou permanentemente associada aos filmes de aventura, fantasia, e acção, embora haja excepções. A segunda trilogia em que participou foi Pirates of the Caribbean, e a terceira The Hobbit, em que voltou a regressar à pele de Legolas.

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Embora seja mais reconhecido por estes filmes, também entrou em Ned Kelly (2003), Troy (2004), The Kingdom of Heaven (2005), Elizabethtown (2005), New York, I Love You (2009), The Good Doctor (2011), The Three Musketeers (2011) e Digging for Fire (2015). Teve também alguns papéis em televisão e é ainda o intérprete de um grande êxito musical (just kidding!). Actualmente divorciado de Miranda Kerr, é pai de um menino nascido em 2011, e também tem realizado trabalho humanitário e ambientalista juntamente com várias organizações. 

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Boas compras em maré de saldos #1 - Vestidos e Macacões

Está aí mais uma época de saldos e as lojas parecem verdadeiras selvas, pelo menos na capital. A maioria das lojas ainda se encontra na barra dos 50% mas, apesar de existirem já bons descontos e peças muito boas a preços baixos, é preciso ter o olho vivo, que por vezes os saldos são traiçoeiros. Digo isto porque, muitas vezes, o desconto é apenas de 5€ ou nem tanto e acaba por não compensar o valor que vamos investir. 

Deste modo, deixo aqui sugestões de peças, neste caso vestidos e macacões, que valem a pena comprar, quer pelo preço baixo ou pela relação qualidade/preço. A selecção é de três vestidos e um macacão, de estilos e cores completamente diferentes, tudo abaixo dos 20€.  

 

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Gostam da minha selecção?

 

Chérie, hoje apetecia-me ver... 45 Years

Estreado em Portugal no último dia de 2015, este filme britânico tem recebido aclamação nos festivais de cinema europeus, mas tem passado relativamente despercebido nos grandes prémios americanos. Apesar disso, ainda há quem tenha esperança (eu incluída) de que consiga arrecadar uma nomeação ao Óscar de Melhor Actriz para Charlotte Rampling.

45 Years ou 45 Anos foi realizado e escrito por Andrew Haigh, e conta a história de um casal que se encontra a poucos dias de comemorar 45 anos de casados. Kate (Charlotte Rampling) e Geoff Mercer (Tom Courtenay) dão vida a este casal, cuja rotina estável de cumplicidade e harmonia se encontra prestes a ruir, quando Geoff recebe uma carta provinda da Suíça. A notícia que lhe é dada corrói pouco a pouco a confiança que Kate depositava no marido, e ameaça abalar os alicerces de uma relação tão longa.

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Apesar de o filme ser sobre o casal, a verdadeira protagonista é Kate, a primeira e última personagem a surgir no ecrã. Uma mulher de bem com a vida e com as opções que tomou, e que tem em Geoff um parceiro, um amigo e a sua cara-metade. A notícia que lhe é dada parecia, a princípio, ser de pouca importância, mas desde esse primeiro instante, que Kate fica sobressaltada e começa a "jogar à defesa", procurando observar as atitudes do marido. Infelizmente, as suas suspeitas tornam-se reais, e Kate vê-se obrigada a questionar toda a sua vida conjugal até àquele momento, apercebendo-se que, mesmo depois de 45 anos, não sabe nada sobre o seu marido.  Isto porque essa notícia vem acordar uma parte de Geoff que estava adormecida, e que Kate desconhecia por completo. 

Por sua vez, esta notícia vem dar a Geoff um novo entusiasmo, levando-o a recordar o seu passado, e tudo o que este envolvia. Não sendo tão complexo como Kate, nem sendo a sua história tão desenvolvida, é possível perceber que Geoff viveu 45 anos sem ser completamente ele próprio, nunca estando a 100% na relação que construía com Kate, mas fazendo-a pensar que assim. Apesar de o seu comportamento poder ser visto como egoísta ou manipulador, existem diversos factores atenuantes que nos levam a questionar se não teríamos feito o mesmo que ele.

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Este é um dos factores que mais me cativaram neste filme, o facto de serem pessoas reais com as quais é fácil identificarmo-nos, com muitas áreas cinzentas, e diferentes interpretações das suas acções, conforme o estado de espírito e o histórico do espectador. Claro está que, no final, cada um terá tomado partido ou de Kate ou de Geoff, facto de que me apercebi apenas quando li comentários ao filme com outras perspectivas que não a minha, e que me levaram a avaliar uma vez mais o filme. Este é de facto um daqueles filmes que dá que pensar.

Charlotte Rampling é magistral na sua interpretação. Com uma enorme subtilidade tem uma actuação poderosíssima e em muitos momentos dilacerante. Aliás, subtilidade é a palavra-chave de todo o filme. Voltando a Rampling, a sua representação é sempre comedida, o que faz de Kate uma mulher muito mais interessante, mas a sua discrição não nos impede de perceber o que está a sentir. E é isto que torna a interpretação de Charlotte Rampling perfeita: esta capacidade de representar só com o olhar, de dizer tudo, sem fazer nada.

Como já devem ter percebido, gostei imenso deste filme. A sua história não será a mais original, mas é muito bem contada. Ao contrário do que possam pensar, a notícia que rapidamente se torna no foco do filme não é de todo um cliché, nem a forma como os personagens reagem a ela. E tem um fim de cortar o coração.

 

Classificação: 8/10