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La Vie en Chérie

Para os apaixonados por moda, cinema, livros e por uma vida doce e divertida

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Accessorize it #22 - How To Wear Ankle Boots

As Ankle Boots ou, botas pelo tornozelo, apoderaram-se dos nossos roupeiros há algum tempo e parece que vieram para ficar. São práticas, há com salto, sem salto, com vários modelos e para todos os gostos. Além de não tornarem um look pesado, completam quase todos os outfits, desde o dia-a-dia a uma saída com amigos. Com saias e vestidos torna-se fácil usá-las, uma vez que é colocar e está pronto. No entanto, no que respeita a usar este tipo de botas com calças, por exemplo jeans, pode ser mais complicado, uma vez que, nem todas as formas favorecem o modelo.  

Devemos salientar o modelo de calçado que estamos a usar e, para esse efeito, as dobras nas bainhas das calças são excelentes, ora vejam aqui o que fazer e o que não fazer. 

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Estes são os meus lindos pés e dois dos meus pares de ankle boots favoritas. E vocês? Como costumam usar? 

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Look Pechincha #67

O macacão ou jumpsuit é uma daquelas peças essenciais no guarda-roupa de qualquer mulher, uma vez que além de favorecer a maioria das mulheres, tem a vantagem de nos salvar perante o eterno drama do "Não tenho nada para vestir!". É também uma peça multifacetada, que tanto pode ser usada numa ocasião mais formal, como num dia normal. Tudo depende dos acessórios com os quais se conjuga. Para o look de hoje criámos uma combinação mais séria e elegante, com uma motivational quote que se adapta bem ao espírito do conjunto.

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Chérie, hoje apetecia-me ir... ao Panteão Nacional

Já não é recente a ideia de homenagear os entes mais queridos do país. Remonta a 1836 a decisão do então ministro Passos Manuel, de criar um Panteão Nacional. Durante muitos anos a ideia não saiu da caixa, até porque não existia um local definido para edificar o monumento. 

Foi em 1916, através do Decreto-Lei nº520 de 19 de Abril, que a Igreja de Santa Engrácia passou a ter o estatuto de Panteão Nacional. A construção da referida Igreja, em Santa Clara, começou em 1682, tendo apenas terminado em 1966, ano da sua inauguração pelo Cardeal Cerejeira.  

Com arquitectura predominantemente barroca, conserva, sob a cúpula moderna, o espaço majestoso da nave, animada pela decoração de mármores coloridos. Do terraço é possível ter uma vista espantosa sobre o rio Tejo. 

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Hoje é possível visitar este monumento que alberga vários heróis e personalidades de renome, no seguinte horário: 

  • Maio a setembro, das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h40).
  • Outubro a abril, das 10h00 às 17h00 (última entrada às 16h40).
  • Encerrado: Segunda–feira, 1 de Janeiro, domingo de Páscoa, 1 de Maio, 13 de junho, 24 e 25 de dezembro. 

Quanto a preços, o ingresso custa 4€. No entanto existem isenções e descontos que podem consultar aqui.

Chérie, hoje apetecia-me ver... Legend

Foi já há alguns meses que partilhei convosco a minha vontade de ver este filme, quer pela história, quer pelo actor principal, quer pelo realizador - posso dizer que as minhas expectativas eram bastante elevadas. 

Legend, traduzido para Lendas do Crime em território luso, é um filme britânico de 2015, dirigido por Brian Helgeland (L.A. Confidential) e estrelado por Tom Hardy que, interpreta os temíveis irmãos Kray.

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Reggie Kray (Tom Hardy) é o mais ponderado dos gémeos, dono de casinos, clubes noturnos e um punhado de negócios menos legais. Ronnie Kray (Tom Hardy) é doente psiquiátrico, esquizofrénico, encontrando-se numa instituição adequada até que Reggie o consegue "libertar". Juntos formam uma equipa que, através de homicídios, extorsões e vários outros crimes, procura dominar a capital britânica. Ao longo de cerca de duas horas acompanhamos a ascensão dos infames gémeos Kray que culmina com a sua detenção. A história é contada do ponto de vista de Frances Shea (Emily Browning), namorada e, depois, esposa de Reggie Kray, que assume aqui o papel de narradora. É através dela que nos são relatados todos os crimes dos Kray, assim como todos os aspectos das suas vidas pessoais. 

Tom Hardy tem aqui uma excelente oportunidade para brilhar, mostrando a sua enorme versatilidade, uma vez que, apesar de gémeos, os Kray eram bastante distintos, física e psicologicamente. Enquanto a Reggie, o actor atribui um tom de voz mais sensato e uma aparência mais charmosa, a Ronnie é atríbuida uma cotação mais selvagem e um aspecto mais grosseiro e intimidante. Também Emily Browning está de parabéns, quer pela forma como vive e desenvolve a sua personagem, quer pelo tom de voz com que nos conta a história, que nos faz sempre querer ouvir a palavra seguinte. A banda sonora e a realização estão igualmente excelentes, uma vez que, Brian Helgeland nos mostra todo o realismo mágico envolvido nesta época e nestas carismáticas personagens. 

 

Classificação: 8/10

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