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La Vie en Chérie

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Séries da minha vida #27 - Sons of Anarchy

Terminei recentemente aquela que considero uma das melhores séries que já vi. Desde o elenco, passando pela realização e terminando no enredo, este é um espectáculo televisivo que prende o espectador do início até ao fim.

De género dramático e bem demarcada pelo sangue e pela violência, Sons of Anarchy teve o seu início em 2008, pelas mãos de Kurt Sutter, terminando em 2014, com sete temporadas e um total de 92 episódios. 

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O enredo retrata a vida de um clube de motociclistas de Charming, uma cidade fictícia localizada no Norte da Califórnia. John Teller foi o fundador dos SAMCRO (Sons of Anarchy Motorcycle Club, Redwood Original), juntamente com oito amigos – os First 9. Nunca chegamos a conhecer John, pois este morreu muito antes da trama central da série. Deparamo-nos sim, com o seu legado, em duas vertentes – a sua família e os SAMCRO.

A sua família é suportada por Gemma Teller-Morrow (Katey Sagal), viúva de John, o seu melhor amigo e agora marido de Gemma, Clay Morrow (Ron Peralman) e Jackson “Jax” Teller (Charlie Hunnam), filho de John e o protagonista da série.

Jax vive, então, numa constante luta para conciliar a sua vida pessoal e a sua vida no motoclube, do qual é o Vice-Presidente, sendo Clay o Presidente.

Este clube de outlaws vê-se constantemente envolvido em situações complicadas, investidas da ATF, da polícia local, do IRA, entre muitos outros. Nem sempre há acordo nas decisões tomadas e Jax e Clay entram muitas vezes em conflito.

Não querendo avançar muito no enredo, importa referir que todos os personagens são bastante sólidos e encontram-se todos muito bem desenvolvidos. Gemma é a típica old lady, a matriarca da família, que suporta tudo e todos, uma mãe-leoa capaz de tudo para proteger a sua família e os SAMCRO. Clay era o melhor amigo de John, ganancioso e ambicioso, e não olha a meios para atingir os fins. Jax é impulsivo mas muito inteligente, capaz de tudo para manter a sua vida em equilíbrio, vive tentando compreender os ideais do pai, e o que este desejaria para os Sons. Temos ainda os restantes membros, cada um com uma pesonalidade muito marcada e característica: Alexander “Tig” Tragger (Kim Coates), Filip “Chibs” Telford (Tommy Flanagan), Robert “Bobby Elvis” Munson (Mark Boone Jr.), Juan Carlos “Juice” Ortiz (Theo Rossi), entre outros.

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Na minha opinião a série está muito bem desenvolvida, sem episódios excessivos, sem episódios maçadores e sem personagens desnecessárias. Tudo tem um ponto. Tudo tem um sentido. Cresce sempre no espectador a sede de ver o episódio seguinte àquele que acabou de ver.

A interpretação de Katey Sagal torna a série excelente, pois a actriz consegue dar mesmo aquele toque de “mãe-leoa” a Gemma, criando no espectador o misto amor-ódio pela personagem. A par com esta interpretação, está a banda sonora. Se tal como eu gostam de rock, esta é definitivamente uma série a não perder. No entanto, sigam o meu conselho de amiga e não vão ao YouTube ouvir as músicas, pois muitos dos vídeos contêm revelações sobre o enredo e foi isso que me arruinou um pouco o final da última temporada.

Se querem ver a série, esperem pelo final para ir ouvir as músicas, ou façam o download dos álbuns (penso que se chamam Songs of Anarchy).

O IMDb atribui 8.7, eu vou mais além:

 

Classificação: 9/10

 

Já viram? Gostaram? Vão ver?

 

P.S - Só não dou 10 porque isto é um bocadinho como Game of Thrones. (Não se apeguem às personagens)

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